Portugueses reforçam confiança

5 Agosto 2009



O indicador de clima económico aumentou nos últimos três meses, após ter registado em Abril o valor mais baixo da série iniciada em 1989, refere o Instituto Nacional de Estatística (INE) no âmbito dos inquéritos de conjuntura às empres


O indicador de confiança dos consumidores reforçou o movimento ascendente observado desde Abril, após ter registado em Março o mínimo histórico da série (iniciada em Junho de 1986). ?Nos últimos três meses, a recuperação do indicador de confiança dos consumidores resultou do contributo positivo de todas as componentes, mas mais expressivo no caso das perspectivas sobre a evolução económica do país e sobre a evolução do desemprego (em Março estas duas componentes tinham registado os valores mais desfavoráveis das respectivas séries)?, salienta o INE no seu relatório.

Com efeito, as perspectivas sobre a evolução da situação económica do país têm vindo a apresentar desde Abril o contributo positivo mais significativo para o andamento do indicador de confiança.

O indicador de confiança da indústria transformadora aumentou em Julho, retomando a trajectória ascendente iniciada em Março, depois de ter atingido em Fevereiro o valor mais baixo da série. Quanto à construção e obras públicas, este indicador reforçou o movimento ascendente iniciado em Maio ?em virtude da recuperação de ambas as componentes, opiniões sobre a carteira de encomendas e perspectivas de emprego, mais intensa no segundo caso?.

No comércio, o indicador de confiança tem vindo a aumentar desde Abril, interrompendo a trajectória descendente que culminou em Março com o mínimo histórico da série. No que diz respeito ao indicador de confiança dos serviços, aumentou nos últimos três meses, embora mais expressivamente em Julho, contrariando a acentuada diminuição observada desde o final de 2007 e que culminou com o mínimo histórico da série.

Esta evolução reflectiu a recuperação apresentada nas opiniões sobre a evolução da carteira de encomendas e nas perspectivas de procura, em Julho mais forte no segundo caso, uma vez que as opiniões sobre a actividade registaram um novo agravamento.
Fonte: Jornal de Negócios




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