Mercado europeu de escritórios regista elevada procura no 1º trimestre de 2008

11 Junho 2008



De acordo com o European Office Property Clock (1ºTrimestre 2008) da Jones Lang LaSalle, o índice dos valores de rendas prime de escritórios na Europa cresceu cerca de 1,0% em termos trimestrais e 8,9% em termos anuais, com seis mercad


Lisboa, registou um valor prime de arrendamento de ?264/m²/ano no primeiro trimestre do ano, o que representa uma acréscimo de 7,3% quer em termos trimestrais quer em termos anuais.
O índice dos valores de rendas de escritórios cresceu cerca de 1% em termos trimestrais e 8,9% em termos anuais, com seis mercados a evidenciarem sinais de aumento das rendas prime, liderados por Milão (mais 14%) e Varsóvia (mais 10%). Bruxelas foi a excepção, registando um decréscimo das rendas na ordem dos 1,7%, de acordo com o o mesmo documento, relativo ao primeiro trimestre do ano. Para o CEO EMEA da Jones Lang LaSalle, Alastair Hughes, «a procura para espaços de escritórios continua a registar níveis bastante saudáveis, apesar do crescimento das rendas prime ter continuado a abrandar no primeiro trimestre devido às fracas perspectivas económicas». No primeiro trimestre de 2008, a absorção no mercado europeu de escritórios ascendeu a 3,2 milhões de m2, num decréscimo de 7% comparativamente ao trimestre anterior, mas ainda assim cerca de 25% acima da média dos últimos 5 anos. Em termos de mercados, o maior crescimento da absorção foi registado em Praga (mais83%). Já o crescimento das rendas prime, nos últimos 12 meses, foi particularmente forte em Varsóvia (mais 32%), Moscovo (mais 31%), Budapeste (mais 19%) e Londres (mais 18%). O custo de arrendamento de espaços de escritórios em Varsóvia cresceu para os 396 euros/m2, ao ano, uma fracção dos elevados custos associados ao arrendamento de escritórios no West End londrino, onde as rendas prime se mantêm como as mais elevadas da Europa em 1553 euros/m2 ao ano. Contudo, espera-se que mais de 7,2 milhões de m2 sejam concluídos até final do ano, uma oferta impulsionada principalmente pelo florescente mercado de Moscovo, que deverá contribuir com 2,4 milhões de m2.

Fonte: Vida Imobiliária




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