Habitação: Valor de avaliação feitas pelos bancos caiu 1,5% no 1º Trimestre

6 Maio 2008



O valor que os bancos atribuem às habitações caiu 1,5 por cento no primeiro trimestre deste, face há um ano, revela um inquérito do Instituto Nacional de Estatística (INE).


Este foi o terceiro trimestre consecutivo de desvalorização no caso dos apartamentos e o segundo nas avaliações das moradias, indica o inquérito à avaliação bancária na habitação no continente.
O valor médio de avaliação, realizada no âmbito da concessão de crédito à habitação no Continente situou-se, no primeiro trimestre de 2008, em 1.220 euros/metro quadrado, valor que traduz uma queda trimestral de 0,9 por cento e uma queda homóloga de 1,5 por cento.
Na variação face há um ano atrás, todas as regiões registaram diminuições, a mais intensa das quais na região do Centro, menos 4,9, logo seguida pela região de Lisboa e Vale do Tejo, em que o valor médio da avaliação caiu 3,2 por cento, e do Alentejo, com uma queda de 3,1 por cento.
No Algarve, o valor médio da avaliação bancária da habitação caiu 0,5 por cento e no Norte 0,1 por cento.
Por tipos de casa, os valores médios de avaliação bancária mostram maior dispersão dos valores relativos a apartamentos do que nas moradias e que o valor mais elevado continua a ser de apartamentos T1 ou inferior (1.479 euros por metro quadrado), embora descendo 2,9 por cento face ao trimestre anterior.
Seguem-se os apartamentos T2 (1.283 euros/metro quadrado), diminuindo 0,3 por face ao registado no quarto trimestre de 2007.
No caso das moradias registaram-se descidas em todas as tipologias, com realce para as moradias T2, com 4,8 por de variação trimestral e para as T5 ou superior (4,3 por cento).
No caso dos apartamentos, o valor médio da avaliação bancária no Continente diminuiu 0,1 por cento face ao trimestre anterior e 1,4 por cento face ao trimestre homólogo.
As regiões da Grande Lisboa e do Algarve continuaram a apresentar os valores médios de avaliação bancária de habitação mais elevados, posicionando-se acima da média do Continente em 28,3 por cento e em 27,4 por cento, respectivamente.
A região do Alentejo Litoral (9,7 por cento acima da média do Continente) manteve o terceiro valor mais elevado, seguida da região da Península de Setúbal.ANP.

Fonte: Sapo




Recomendar a um amigo

Use o seguinte formulário
close