Fogos novos valorizam 1,7% e usados 1,2%

4 Abril 2008



No mês de Fevereiro, o mercado residencial Continental recuperou a linha de valorização de que tinha beneficiado no final de 2007, depois de ter observado uma travagem no passado mês de Janeiro.


O mercado de novos atingiu uma taxa de valorização média anual de 1,7% e os usados de 1,2%.
O Índice Confidencial Imobiliário recuperou em termos homólogos para os 2,1%, sendo esta a taxa de variação mais elevada desde Junho de 2006. Com essa evolução, a valorização medida em termos médios anuais voltou a subir, atingindo 1,4%. Essa aceleração deverá continuar, já que Fevereiro foi o sexto mês consecutivo no qual a taxa valorização homóloga esteve acima da taxa média anual.
Quanto ao mercado de fogos novos, tinha sido aquele no qual o final de 2007 e arranque de 2008 tinha sido menos positivo. Neste caso o Índice Confidencial Imobiliário teve um abrandamento, atingindo em Janeiro uma taxa de valorização homóloga de apenas 0,9%.
No mês de Fevereiro as habitações novas compensaram essa evolução, voltando a patamares de valorização homóloga nos 2,0%. Mais importante, voltaram a registar uma subida na taxa de valorização média anual. Esta taxa, depois de ter atingido 1,7% em Dezembro, regrediu para 1,6% no mês de Janeiro. Agora, com o mês de Fevereiro, voltou aos 1,7%, abrindo a perspectiva de novas subidas, sinalizadas pela subida da taxa de valorização homóloga, que a excede em 0,3 pontos percentuais.
Já no que concerne ao mercado de fogos usados, há uma menor volatilidade na sua evolução. Em Fevereiro, o ritmo de valorização neste mercado prosseguiu a trajectória de aceleração que vem registando desde Julho de 2007, atingido uma taxa de valorização média anual de 1,2%.
O diferencial de valorização entre os mercados de fogos novos e usados tem vindo a estreitar-se ao longo dos últimos meses. Em 2007 o mercado de habitações novas chegou a valorizar a um ritmo 1,5 pontos percentuais acima do verificado no segmento de usados. Em Janeiro passado esse diferencial reduziu-se para apenas 0,5 pontos, mantendo-se em Fevereiro.

Fonte: Jornal de Negócios

 




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