Parque das Nações dinamiza mercado lisboeta

29 Outubro 2007



O Parque das Nações deverá a médio prazo manter-se como motor do mercado de escritórios de Lisboa, atendendo às actuais projecções das consultoras imobiliárias.


A DTZ estima que esta zona represente 46% da oferta de novos escritórios a disponibilizar em Lisboa entre 2007 e 2009. A Cushman & Wakefield, por seu turno, não hesita em considerar que o Parque das Nações ``mantém a trajectória de afirmação no mercado como uma das zonas de excelência``.
Os dados que as consultoras têm sobre esta área da capital comprovam o potencial de crescimento do Parque das Nações. O Marketbeat Portugal de Outono da Cushman & Wakefield estima que a oferta total do Parque das Nações feche este ano nos 216 mil metros quadrados, com mais 4,9% de ``stock`` que no ano passado. Trata-se, a confirmar-se, do maior aumento nas várias zonas de Lisboa, cuja média aponta para um crescimento da oferta total de 0,9%, para 3,5 milhões de metros quadrados.
A Cushman & Wakefield estima que até 2010 o Parque das Nações veja ``nascer`` mais de 100 mil metros quadrados de nova área de escritórios. Só que grande parte, mais concretamente 65 mil metros quadrados, resultarão de um único empreendimento, o Office Parque Expo, promovido pela Norfin. As informações existentes no mercado indicam que este projecto já tem um pré-arrendamento com entidades públicas. Assim sendo, a nova oferta efectivamente disponível para o sector privado será menor.
Sobre a organização dos terrenos e os tipos de uso do solo permitidos, fonte oficial da Parque Expo explica que há flexibilidade. ``O plano do Parque das Nações permite a flexibilização de usos segundo certas regras, deixando em parte ao mercado a liberdade de intervir. Este facto tem permitido que o número de hotéis inicialmente previsto (três), venha a ser ultrapassado, havendo já em funcionamento quatro``, adiantou o porta-voz da Parque Expo,

Fonte: Jornal de Negócios




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