Procura dirigiu-se para habitações acima da média

29 Outubro 2007



As maiores taxas de saída ocorreram nos concelhos mais valorizados, o que significa que a procura se dirigiu mais para habitações de gama acima da média.


A comprová-lo estão Lisboa, Cascais e Oeiras, onde as taxas de saída foram, respectivamente, de 16,3%, 16,9% e 17,6%. Neste segundo trimestre, saíram da base de dados cerca de 23 mil alojamentos. Da mesma forma, este é já o quinto trimestre consecutivo em que o valor médio dos fluxos de saída, actualmente em 1.682 euros/m2, excede o valor médio do stock disponível em oferta, o que confirma que são os alojamentos mais caros os que apresentaram maior facilidade de colocação no mercado. Em termos de tipologias, a oferta da AML é dominada pelos apartamentos de tipologias intermédias, T2 e T3, que em conjunto representam cerca de 65% dos alojamentos em stock no segundo trimestre. Neste período, o valor médio dos apartamentos T2 foi de 143.080 euros e dos T3 de 192.552 euros. Já os T4 (ou superior), apresentam preços médios de 309.165 euros, enquanto que os T1 (ou inferior) rondam os 117.069 euros. Refira-se que, naturalmente, as moradias T4 (ou superior) são as tipologias mais caras da base de dados da AML, com valores médios de 406.562 euros.

Fonte: Agência Financeira




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